quarta-feira, fevereiro 25, 2009

domingo, fevereiro 22, 2009

Maria Berenice Dias

http://www.mariaberenicedias.com.br/site/content.php?cont_id=1404&isPopUp=true

Posto aqui link para matéria da incrível ex-desembargadora do Rio Grande do Sul, Maria Berenice Dias, que, ao se aposentar, funda escritório de advocacia para defender causas relacionadas à comunidade LGBT.

Uma profissional do Direito que serve de exemplo não só para nós, advogadas e advogados, como também para qualquer cidadão desse país.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Prof. Bernardo Sorj sobre os Conflitos do Oriente Médio

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Direitos humanos ou instrumentalização política?

Entendo a simpatia e solidariedade com a causa palestina, seja do mundo árabe, de descendentes de árabes e muçulmanos e de pessoas de boa vontade identificada com o sofrimento palestino. Este sentimento é compreensível, assim como é a preocupação de judeus e não-judeus com a segurança de Israel. Mas em nenhum dos dois casos é aceitável o apoio acrítico a lideranças radicais, seja israelenses que não se dispõem á devolver os territórios conquistados, seja palestinas que sustentam um programa político que propõe a destruição do Estado de Israel. Preocupa-me e dói a manipulação política do conflito por intelectuais e organizações que, no Brasil e no exterior, assumem uma posição antiisraelense primária, em geral ignorante da história da região que, por momentos, beira o anti-semitismo e cuja única motivação é uma ideologia política que associa Israel aos Estados Unidos. Para tais grupos, os Estados Unidos são o grande inimigo. Ergo, quem está associado com o diabo, diabo é. Preocupa e dói porque esses indivíduos e grupos manipulam a bandeira dos direitos humanos, porém não têm nenhum compromisso real com o sofrimento humano. Porque, se tal sentimento existisse, estariam também fazendo panfletos e circulando com as bandeiras do povo checheno, curdo, sudanês ou tibetano, que custaram e continuam cobrar a vida de milhões de pessoas. Mas a agenda destes grupos não é a dos direitos humanos nem a da paz do Oriente Médio. É uma agenda política que quer ver o circo pegar fogo para confirmar os preconceitos ideológicos. É, portanto, uma agenda perigosa, irresponsável e desumana.


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Tereza Sadek sobre a condição do sistema carcerário do Brasil

Entrevista com Maria Tereza Sadek, cientista política, professora da USP e diretora do Centro brasileiro de Pesquisas e Estudos Judiciais, sobre balanço feito pelo CNJ acerca do sistema carcerário no Brasil.